Enquanto o livro não vem.


Ainda assim.

Se depois de tudo que não vivi

Inda assim tivesse eu um coração

Até diria num sussurro ao pé de um surdo ouvido

Que insisto em costurar latejantes cicatrizes

Em grosso fio de completa desilusão

De paixões vividas em sonhos

Em meio a beijos sem sabor

Enlaços sob torrente chuva de jasmins,

e braços invisíveis me perdi.

Sou toda destroços, pedaços, solidão

Um peito vazio, que arfa sem querer

Uma face estranha que ninguém vê

E ainda assim sigo por estradas

Na esperança de te ver.



Escrito por Cíntia Rosângela às 23h43
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