Enquanto o livro não vem.


Há pouco imaginei ser engolida pela misteriosa imensidão branca à minha frente.

E até desejei isso. Viver num universo sem palavras, sem pautas a me espremer,

nem olhares frios que insistem em não me querer. E assim perder-me de vez, silenciar talvez.

Dar adeus às sombras que me espreitam noite e dia em meio ao todo que não é nada.



Escrito por Cíntia Rosângela às 18h10
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